quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Caminho da Fé. parte II


Dialogo do erro

Vamos ao terreiro de umbanda busca uma orientação por muito queremos encontrar a resposta!? Isto é estranho... você faz o mesmo quando vai ao médico?
Entra no consultório  e diz:
_ Doutor: sei que se tomar este remédio por 7 dias e repousar assim ficarei melhor!
É desta maneira que acontece? mesmo você tendo um pouco de conhecimento do seu caso? Ou então, por muito você diz:
_ Doutor, estou com problemas... e espera que o médico responda seus sintomas... algumas vezes pode acertar por observar seu estado aparente, mas boa parte ele conversa e busca em suas palavras uma resposta para orientar melhor sobre seu caso, isso não é um caso isolado e não é apenas em um terreiro.
As pessoas buscar transferir para outro ou melhor para espíritos seus problemas, assim será mais fácil para continuar a fazer outros problemas? Este relato pode ter ocorrido com você médium ou você consulente? Isso já aconteceu com qualquer um, então como fazer para você buscar um caminho da fé? Certo!
Acredite que seu problema é seu problema e respeite o médium e a você mesmo, no momento que entra no terreiro e fica sentado na assistência, iniciou seu tratamento não busque consultar com outras pessoas da assistência, seja serio pois esta em uma casa de oração. Sim! casa de oração uma vez que os pontos cantados são orações que conduzem muito bem o direcionamento dos trabalhos e tenta equilibrar seu padrão vibratório para iniciar seu tratamento seja ele qual for, espiritual ou material.
Então busque neste momento dentro de si uma fagulha da essência divina, deixa esta luz ascender sua alma e fazer em segredo um milagre, já que assim você acreditará que tudo que fez está bem feito, não são as palavras que sai aleatória da boca do médium pelo guia, no entanto como entende as palavras sem distorcer e sem ser por como vítima ou colocar sua dor como a pior. Deixa a luz bilhar sem querer controlar, apenas deixa esta luz fazer o que tem para fazer, as palavras que saem te oriente por caminhos mais confortáveis e serenos, seu dialogo pode ser o erro do não milagre, ai você pergunta por que não acontece comigo e com outro acontece, se meu problema é maior e mais complicado, esta ai sua resposta, na própria pergunta! então mude a pergunta! Seja sincero com você mesmo por que não teve o milagre, visto como não estou pronto para ele ou não mudei as maneiras como conduzo minha vida. O espiritual age em nós, e agimos com os outros,  e com os outros o espiritual nos orientam em nossos pensamentos, portanto se perceber as informações mais sutis verá o milagre acontecer.
Desde o sol se pôr e a lua surgir, como você alcançara sua resposta frente a um problema insolúvel. agora cada um tem o problema que pode transportar, se o seu problema é complicado! não compare com o do outro, porque são diferentes! Porém se busca a comparação dos problemas não se abata, “busque mais problemas para comparar com tantos outros que existem”. Faça sua parte olhe para si  e veja em quem você esta se formando como espírito e pessoa!
Não busque que trabalho ou guia mudem você, por isso que as transformações devem surgir de dentro para fora com mudanças constantes e continua bem como uma reforma moral. Portanto, quando for em uma consulta com algum guia seja mais humilde e simples deste modo o guia conseguirá alcançar dentro de você o seu problema e expor para que possa tratar e entender como esta. Não vá para pedir apenas, receba e alcance  também volte e agradeça, lembra-se que o espiritual e mutável e inconstante então busque cada vez mais uma seqüência de estudo e esclarecimentos tanto pessoal como espiritual, com esta atitude conseguirá um equilíbrio e os milagres serão mais presentes em sua vida.
Este relato foi criado com esperanças de minha vida e cada trecho foi imaginado para ilustra como todos somos iguais e queremos ser diferentes. 

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Convertida na Umbanda

Convertida na Umbanda Por vários caminhos eu andei Muitas casas procurei. Busquei Deus Jesus, Jeová. E tantos quantos Santos que há Mesmo assim não me encontrei Estava perdida sem direção Cai muitos tombos e Em muitas pedras tropecei ] Senti muita dor e me afundei na depressão Quando tudo estava perdido sem luz e sem solução Sem resposta de minhas perguntas Senti algo em meu Coração E num Terreiro de Umbanda Encontrei o que buscava Os Orixás em festa Todos me recepcionavam Fui aceita quebrantada Do jeito que realmente sou Estou sendo moldada e Amparada com amor Hoje sei que estou caminhando Para minha evolução Pois os Orixás e os Guias Segurão em minha mão O preconceito se rompeu E tudo mais ficou para trás A UMBANDA me escolheu E alegria em minha vida se faz.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O Caminho da Fé

O caminho da Fé.
Parte I
Quando vamos a algum lugar religioso? Por que vamos a este espaço? O que fazemos? Você faz o que para estar neste espaço?
Como, quando, onde e por quê? São as pergunta que desde os primórdios do ser humano, só se obtém resposta ao desconhecido ou sobrenatural para responder. A espiritualidade nos da às orientações para auxiliarmos e como interpretamos estas tais respostas como temos que trabalhar nossa fé. Respeitando cada seguimento religioso, mas a umbanda tem a resposta ou melhor ajuda a responder e trabalhar este caminho, tudo isso está ligada à fé, que neste momento tentarei trazer uma trajetória para o caminho da fé.
A Fé (do latim fides, fidelidade e do grego pistia) é a firme convicção de que algo seja verdade, sem nenhuma prova de que este algo seja verdade, pela absoluta confiança que depositamos neste algo ou alguém. pt.wikipedia.org/
Como o pensamento não vê, mas sabemos que esta lá ou como o ar que também não vemos mas sentimos suas brisas, a partir deste ponto podemos dar início a uma discussão que não ficará centrada em descrever a qualidade ou conceito de fé, temos apenas o interesse no assunto, como podemos trabalhar nossa fé, Este trabalho não consiste em apenas saber como a fé está pautada em valores sociais, morais ou culturais, mas sim em como você utiliza dela para solucionar seus problemas e saber como poderá orientar e ajudar as pessoas que estão a sua volta , para muito a fé é apenas um caminho e/ou maneira para chegar a Deus ou ligada ao temor estes pontos não vamos abordar agora quero discriminar a fé como um caminho que podemos utilizar á todo tempo e principalmente como você interage no dia a dia da Vida.
Quando vamos ao culto religioso em primeiro momento achamos tudo aquilo é um apego material, que o espírito não precisa de tudo que vemos, sim! Isto e verdade, mas não esqueça que nos somos encarnados e agora isto será uma da ferramenta para trabalharmos a fé. A partir de agora lide com o fator de observação, dentro do trabalho espírita umbandista, utilizando tudo que vê e sente durantes os trabalhos estabelecendo uma constante ligação matéria/espiritual para continuar no caminho da fé, ligada em como captamos e interpretamos as informações organizadas por nos no dia a dia. Com a abertura dos trabalhos iniciamos com orações cantadas e defumação, acessório que utilizado para pensarmos em como estamos, e nos ligamos a Deus. Como os anjos cantam, os sons do atabaque irradiam vibrações que ajustam e equalizam nosso campo mediúnico a vibra em sintonia dos trabalhos a serem realizados por isso falamos que os tratamentos acontecem a partir do momento que entrando no terreiro, não é apenas isso, mas por ser um local próprio consagrado e preparado espiritualmente, isso nos auxilia no caminho da fé. As manifestações dos orixás, irradiações divinas dos sentidos de Deus. Tudo que vemos no seu preparo e sua seqüência quando estamos na assistência, apenas vemos pessoas com trejeitos e gestualidades que por muito achamos graça no entanto tais movimentos nos ajudam a trabalhar nossa fé, irradiando qualidades dos orixás que se apresentam e por vibramos em mesma sintonia, nos ajudamos a obter uns melhores entendimentos das situações apresentadas em nossa vida. Vibrando e estando aberto seu canal da fé assim facilitando o trabalho espiritual dos orixás, neste momento em presença dos guias onde poderemos conversar ou apenas receber um axé nos traz a mais pura essência divina e qualidades de Deus, para finalizar como uma orientação ou apenas um meio de como estamos caminhando com nossa fé.
Por muito queremos que os guias respondam nossas respostas e nos dêem a solução para nossos problemas, mas se fosse tão assim rápido e fácil não precisaríamos trabalhar nosso caminho da fé, através de mementos em que acendemos uma vela ou ofertamos algo a espiritualidades nos como encarnados realizamos esta ligação matéria/espiritual onde trabalhamos os valores humanos, que aos poucos vamos aprendendo a lidar com situações e também a trabalhar a fé. A fé não é algo solto como se apresenta, mas está ligada a valores morais, sociais, culturais e religiosos, para isso temos antes de tudo entender como é encaminhada nossa fé, se esta trabalhando de maneira cega e tola que acreditamos em tudo que dizem ou encaminha sua fé no conceito ligado a uma religião e tudo o que fazemos dentro e fora dela nos interferem para um bom entendimento do caminho da fé, sei que para muito este texto pode causar quando revolta mas é para isso que utilizei de minas idéia para tentar fazer com que pensamos uma pouco mais no trabalho da fé que processamos independente da umbanda que comungamos, lógico tudo tem que ter sentido para você dentro da umbanda, a fé também tem que esta ligada a este conceito para isso o caminho da fé deve situar a ligação.
Para o Caminho da Fé:
1º Um local onde você acredita que possa trabalhar sua fé sem pagar ou ter ligações permanentes obrigatória;
2º O local e seus dirigentes sejam claro e objetivo com seus membros e assistência;
3º Facilitar a informação e o contatos quanto aos trabalhos realizados;
4º Não ter a obrigação em participar da corrente mediúnica ou qualquer obrigação com a casa “este caso para assistência”;
5º Deixar claro os trabalhos realizados sem manipular ou impor medos espirituais;
6º Não deixar para depois o auxilio espiritual , o que se pode fazer hoje, na hora;
7º Não esquecendo que o caminho da fé é algo constante, continuo, mutável que sempre se altera e necessita de uma auto - avaliação de valores para se organizar.
Marcelo Berti aluno de doutrina e teologia de umbanda no instituto cultural sete porteiras do Brasil.

domingo, 19 de setembro de 2010

Reflexões



 Espinha de peixe
Algo tão belo, sério e sensato.
Olha para onde não se vê, pode deixa-lo perdido de si
Onde tudo pode acontece de dentro para fora, tudo faz com que se haja e reaja
Onde se pode ver além de uma espinha de peixe

Torta e sinuosa assim que se vê!
Será que isso se pode dizer!?
Sua solidez me incômoda me re-molda, me cria
Em si uma alma perdida em mim

Sua aparência me reporta a tua imortalidade
Sendo solidez dizer que sois espinha de peixe
Não faz de si algo que incomode, que queira repulsar que sufoca
Deixe ser algo esperado e livre,

Sonhar em ser almirante
Seja quem observa
Seja quem reage o que reagido à espinha do peixe
Confunde-me em dizer que algo que espera

Veja aonde chegaras com tanta dúvida sem viver as dúvidas
Fortes são as dúvidas que me consome que me domina
Seja quem queres!
Espere!? Quem vá embora busque ao mesmo tempo

Não deixar sair
Morra para o mundo e viva para si
Morra onde não haja vida, vida
Como um sopro de alivio onde não busca a saída.

Marcelo Berti
Aluno de Teologia de Umbanda Sagrada no Instituto Sete Porteiras do Brasil.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Reflexão



Devemos praticar Umbanda! E ir além...

Hoje penso em escreve este texto, não com propósito de mostrar onde há erros ou como receita de certo ou errado, mesmo por que não tenho esta idéia e também qualificações para tal feito.
Pois bem, por muito vemos reflexões sobre à religião umbanda e suas aplicações na sociedade, mas isso seria um início para um propósito, onde devemos questionar, com desígnios nos valores humanos, na verdade quando estudamos a religião buscamos adquirir conhecimentos para não sermos enganados e pouco aplicamos em nossas vidas assim percebemos, não reportando os conhecimentos sobre determinado assunto, mas os conhecimentos para nós mesmos, e que tudo que acredita tornasse mais concreto. Sabendo quando e onde aplicar, tudo que falamos não esta pautada na idéia espiritual da religião e sim como os valores da umbanda podem e devem ser aplicados por nos e nossas vidas e daqueles próximos a nós.
 Quando lemos livros ou/e texto retratando a umbanda como religião e seus conceitos filosóficos percebemos que não são apenas letras no papel, e por refletir, são as idéias que temos que praticar-las em contatos com vizinhos, família, amigos e todos seres vivos que nos rodeiam. Umbanda como religião esta em volta de mistérios que o homem por querer controlar tudo, cria mistérios ainda maiores para assim deter o poder sobre outros menos esclarecidos. A umbanda tem seus simples mistérios onde encontramos um de seus encantos e por pouco, algo que não vemos e temos a certeza que está lá nos cuidando, ajudando e nos guiando e além disto não vemos nos apaixonarmos, algo que devemos fazer ir além das palavras ou rituais, temos que demonstrar em nossos dias.  Em resumo temos que ter a religião como caminho e não com pensamentos de missão ou finalidade.
Para aqueles que já estão “praticipantes” em casa, templo e/ou terreiro, sinta-se a vontade para abrir mais esta concepção em sua vida o conhecimentos que a umbanda traz para sua vida e as maneira que isso pode tronar nos uma pessoa ainda melhor sem mistérios ou crenças vazias, fortalecendo nossa fé racional independente de quem diriga os trabalhos ou de onde possa frequentar.

Marcelo berti
Aluno de Teologia de Umbanda  Sagrada no Instituto Sete Porteiras do Brasil.

possa

terça-feira, 17 de agosto de 2010

DIVINDADES: Deus e Seu Espírito Vivo.


Nesta parte tentaremos entender, com grande humildade e sabendo nossas limitações  e peço licença para tentar ver alguns do entendimento sobre DEUS, na visão da Umbanda.

“Comentar algo sobre deus é um exercício especulativo nos campos da fé, pois  tudo o que dissermos poderá ser verdadeiro ou não, já que o micro(nós) não tem uma noção exata ou apurada do macro (Deus). Pag. 49, Saraceni, 2008.”
  A idéia deste esquema ao lado, tem a tentativa de ilustrar as vibrações de Deus , acreditando que tudo parte dele e assim retorna a ele, estando ligado as outras vibrações e nele se sustenta, o esquema nos mostra a continua e silenciosa emanação de Deus, por tudo e para todos sempre em movimento e dele para ele.
  Nos tempos atuais, novos paradigmas da ciência, a idéia de um Deus, criador onipotente e onisciente, passa a ser discutida nas áreas da física, matemática, química e biologia e nas diversas áreas da ciência tradicional, desenvolvendo –se toda uma discussão com conseqüências importantes e fundamentais para as pessoas que buscam o lado espiritual. Vemos na ciência contemporânea o grande manancial de revelações que certamente trarão como subsídio evidências e conhecimentos que , sem dúvida, revelarão a existência de Deus e do Espírito como componentes do universo - e não unicamente a matéria. O progresso da ciência é importante, não para explicar através das suas leis Deus e o Espírito, mas por trazer importantes considerações para a maior compreensão da matéria em todas as suas formas e manifestações, pois, quanto maior for o entendimento da matéria, objeto de manifestação de Deus e do Espírito, maior será a absorção de tais conceitos que são fundamentais. Afinal, o ser humano tem dificuldade de desenvolver a fé verdadeira pela ausência de razão no que se refere ao entendimento de Deus e do Espírito, impedindo a formação do que cita o Espiritismo como Fé Raciocinada, ou seja, a fé sólida e inabalável - baseada na razão. 
“A idéia de Deus esteve presente na história da humanidade desde o seu princípio até os dias atuais, e decorre da própria experiência e não da cultura. Com a contribuição da ciência, que se observa cada vez mais se aproximar do Criador, conclui-se de forma clara que quanto mais se conhece da matéria , maior a certeza na existência Deus. Wlademir Lisso”


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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Origem do incenso


Acender incensos é uma prática que faz parte de cerimônias e rituais desde os primórdios da humanidade. Muito provavelmente, a idéia surgiu quando pessoas de antigas civilizações, ao jogarem plantas e substâncias aromáticas no fogo, perceberam a fumaça perfumada resultante. Hoje, os incensos são muito populares e cativam mais e mais adeptos que os utilizam para os mais variados fins. O incenso sempre esteve ligado à religião.
Seu uso para reverenciar divindades, meditar e limpar ambientes é bastante comum há milhares de anos. Por isso não admira que, segundo o relato bíblico, Jesus Cristo, ao nascer, tenha recebido incenso, mirra e ouro de presente dos Reis Magos. A forte ligação do incenso com o elemento Ar, simbolizada pela fumaça, assim como o marcante apelo olfativo (o olfato tem contato direto com o processamento de emoções e com a memória) talvez expliquem o fascínio que este ritual sempre exerceu sobre os seres humanos.
          De acordo com antropólogos e historiadores, os primeiros povos a prepararem incensos foram os egípcios. Os incensos eram preparados com ervas e resina de árvores consideradas sagradas. Os egípcios eram bastante experientes na fabricação de incenso, e o faziam em templos, o que revela, desde aí, sua ligação com as cerimônias e as atividades relacionadas à vida espiritual. A própria manufatura dos bastões era um ritual complexo e bastante secreto. Aromas da Índia e o koh japonês. Os hindus são os responsáveis pelos primeiros incensos aromatizados e até hoje esta é uma atividade
importante na Índia.
         Primeiramente eles utilizavam como incenso materiais nativos: benjoim, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas. Eram queimados em rituais públicos ou nas casas, na adoração de deuses e na cremação dos mortos.  Nos cultos budistas, até hoje, o incenso também é utilizado nas cerimônias de iniciação de monges e faz parte dos rituais diários nos mosteiros. Mais tarde o hábito foi se espalhando por outros países da Ásia como a China e o Japão.  Neste continente, sua propagação está relacionado à difusão do budismo. A apreciação do incenso faz parte do ritual budista para acalmar o espírito. É um momento extremamente importante para a religião, pois recupera a paz e a liberdade espiritual. As fragrâncias que inspiram esse estado são chamadas de koh.
        Os japoneses desenvolveram um ritual peculiar para vivenciarem o Koh: o ‘Koh Do’  ou Cerimônia do Incenso, que é tão importante como a Cerimônia do Chá. Nela, o valor do incenso passa também pela questão estética. O ritual envolve uma série de regras rígidas. Seus objetivos são a reflexão silenciosa e a conquista da paz mental. A experiência espiritual busca um estado sutil e profundo que, ao mesmo tempo, é a essência da estética japonesa.
 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

significado da umbanda


PARTE - 1
Enviado por Rodrigo (SP) em 08-09-2008.


Religião brasileira,com origens africana-kardecista,que tem Oxalá como patrono,invoca espiritos de varias classes como por exemplo:Caboclos,Pretos velhos,baianos,boiadeiros,exús, pomba gira,ciganos e Zé pilintra,sua formação é exclusivamente a caridade. Em alguns casos de gira de mesa com medicos e religiosos também mescla preceitos, como arquétipos do candomblé,jurema e catimbó como o culto de respeito aos orixás e o sincretismo religioso com o cristianismo. Tem como seu fundador o caboclo das sete encruzilhadas com o seu médiun Zelio fernandino de moraes em 1905
umbanda CRISTÂ E BRASILEIRA


PARTE 2

Há de se entender, antes de qualquer explicação, que a UMBANDA é uma religião, ou seja, é composta de elementos Divinos (Orixás e Guias); Doutrinários (linhas de atuação, reencarnação, lei do karma, atuação e direcionamento dos médiuns, assistenciados e guias, ...; Princípios (amor, caridade, respeito ao próximo, fé, ...); Rituais (abertura e encerramento das sessões, pontos cantados, feituras, ....); Místicos ( a forma de atuação dos Orixás e Guias); Divinatórios ( jogo de búzios, ... ) Humanos ( seus médiuns, Babás, Babalorixas, Sacerdotes, ...).
Cabe salientar que esses elementos são variáveis e podem ser vistos com mais ou menos intensidade de acordo com a linha doutrinária da casa ( Linhas doutrinárias ou Escolas Doutrinárias ). Como são muitas as ramificações e suas formas, isso torna difícil agrupá-las em suas peculiariedades, ritos, doutrina, fundamentos, filosofia, práticas. Pretendemos olhar de maneira geral os elementos mais comuns a cada ramificação dentro do possível.
A UMBANDA é uma religião de cunho espiritualista (contato e/ou interferência de espíritos, manipulações magísticas, práticas de cura através dos espíritos e/ou ervas/poções/conjuros, utilização de elementos ou instrumentos místicos)/mediúnica (instrumento pelo qual a prática religiosa se faz presente, especificamente, a incorporação) que agrega elementos de bases africanas (culto aos Orixás e ao espírito dos antepassados: Pretos-Velhos), indígenas (Caboclos), que recebeu influência oriental (indiana, inerente à reencarnação, o kharma e o dharma), e adquiriu elementos do cristianismo (judaísmo) como a caridade, o auxilio ao próximo e outros ditos por Jesus Cristo que no sincretismo religioso (associação dos Santos Católicos aos Orixás africanos) consideramos como o Orixá Oxalá. 
PARTE -3 

A constituição da umbanda
A umbanda surge e se desenvolve em centros urbanos e industrializados, onde cada terreiro
dispõe e combina elementos de uma rica e variada tradição religiosa em torno de alguns eixos
que não variam. A versatilidade ímpar encontrada na umbanda é fruto da mescla de tradições
que ocorreram na sua formação. Dentre estas tradições, podemos citar as culturas africanas, o
catolicismo popular, o kardecismo, as tradições indígenas e as linhas orientais, que
contribuíram para uma de suas características mais marcantes, o sincretismo religioso.
Quando se fala da influência africana, esta influência é divida em dois grupos africanos –
bantos e iorubas (representada pelo candomblé). É possível afirmar que a umbanda possui
uma mutabilidade tanto simbólica quanto ritual. Essa mutabilidade pode ser descrita tanto no
que diz respeito a diferenças encontradas em terreiros de umbanda, como também nas
mudanças que se processam ao longo do tempo dentro de um determinado terreiro, estando,
este, em constante transformação.


PARTE - 4
 em Português


umbanda (um-ban-da) s. m.
(termo de origem banto, de significado análogo ao de quimbanda) Grão-sacerdote adivinho ou médico-feiticeiro.
S.f. Bras. (RJ) Designação dos cultos afro-brasileiros, que se confundem com os da macumba e dos candomblés (BA), do xangô (PE), da pajelança (Amazônia), do catimbó (NE) e outros cultos sincréticos.
Terreiro onde se pratica esse ritual.

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